Crítica | Kingsman: O Círculo Dourado



Kingsman: O Círculo Dourado já estreou em todos os cinemas do Brasil e trás um filme com grande dose de perseguição, gadgets mirabolantes, mortes e uma pitada de estilo. Nessa sequência contamos com um elenco recheado de grandes atores como Channing Tatum (Querido John), Jeff Bridges (A Qualquer Custo), Julianne Moore (Para Sempre Alice), Halle Berry (Mulher Gato) e Pedro Pascal (Narcos), que integraram o elenco do segundo filme com destaque para participação hilária do músico Elton John. 

Com um filme acelerado e repleto de cenas de luta, Kingsman 2 não nos surpreende como história, pois surfa na onda do primeiro filme com um vilão excêntrico e seu plano mirabolante, mas compensa em ser mais anárquico e violento. O diretor Matthew Vaughn (Kick-Ass), que também dirigiu o primeiro filme da franquia, se afirma como uma grande especialista em cenas de ação e luta, sempre grandiosas e muito bem coreografadas, deixando o espectador sem fôlego, torcendo para que tudo aquilo acabe bem... ou não. 


A trama gira em torno da história de origem da Kingsman, agência de espionagem britânica que atua disfarçadamente como alfaiataria. O conflito começa quando a agência é fortemente atacada, restando apenas dois integrantes da equipe. A partir disso a Kingsman é obrigada a se reformular e a única opção encontrada é se aliar com uma agência americana chamada Statesmen. A partir daí podemos acompanhar um show de extravagancias e excentricidade, já que nisso os Statesmen dão show. Com seus sotaques sulistas e visual country, eles se propõe a ajudar os companheiros britânicos na luta contra a vilã Poppy, que tem Julianne Moore em um papel excêntrico e cheio de trejeitos, exatamente como a franquia adora em seus vilões. 

O filme em si toma várias vertentes, se permitindo ser extravagante por natureza e com alívios cômicos pontuais além de tocar em pontos delicados como o tráfico de drogas e cutucar o atual presidente dos Estados Unidos, Donald TrumpOs amantes do primeiro filme ficarão satisfeitos com a sequência e sentirão falta de uma cena como a da igreja no primeiro filme, mas estarão bem servidos de uma ação apocalíptica cheia de violência. 


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