15 de dezembro de 2016

Crítica | Rogue One: Uma História Star Wars (2016)















Depois de Star Wars: O Despertar da Força (2015, J. J. Abrams) o fan service foi completo em Rogue One: Uma História Star Wars (2016, Gareth Edwards). O spin-off da saga é um filme de guerra que se passa entre Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith (2005, George Lucas) e Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977, George Lucas), e é totalmente original. 

Acompanhamos agora Jyn Erso (Felicity Jones) e o Capitão Cassian Andor (Diego Luna) como protagonistas, que por sinal são um ponto fraco do filme, difíceis de serem cativados já que a origem de ambos são construídos de forma rasa. Junto à ela temos um esquadrão de guerra muito bem construído e entregue. Rogue One nos foi apresentado lá no início do Episódio IV, que cita um grupo de rebeldes que roubou os planos da Estrela da Morte. 

Os fãs da franquia clássica tem em mãos agora um filme lindo e mais entregue que O Despertar Da Força, apesar de serem segmentos diferentes dentro da saga. Alguns momentos são, sem dúvida, confusos para quem não conhece os clássicos, já que as cenas são cheias de referências pra ninguém ter motivo para reclamar. 

Me surpreendi do começo ao final porque honestamente não esperava que o filme fosse satisfazer tanto o meu lado fã. É algo que vai muito além dos trailers. As lutas de cena são incrivelmente bem feitas e muito bem compostas. A história deixa claro que durante uma guerra, todas as pessoas são atingidas e isso faz com que a missão do grupo principal seja algo muito maior, já que toda a nação depende deles. 

É referência atrás de referência e nada é mais satisfatório que conseguir identificar cada uma delas. As cenas finais são de arrepiar qualquer fã, emocionantes. Tem C3PO, R2D2, Darth Vader, Tarkin - que tem um peso forte no filme e foi criado por computação -, Bail Organa e vários outros de personagens clássicos. Nos foi entregue uma carga dramática um pouco maior do que se esperava. Destaque para o personagem Chirrut Imwe (Donnie Yen), para a última cena do Darth Vader e para a última cena do filme. Lindo demais, o fan service mais bem feito de 2016, sem dúvidas!

Os horários do filme no Ibicinemas estão lá em cima e você pode conferir o filme lá. Espero que gostem assim como eu gostei. E que a força esteja com vocês! 

Nota: 9,0/10


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