Filmes | 5 filmes para assistir em Junho















SINOPSE: Joe Toy é um adolescente que não aguenta mais viver com o pai autoritário. Quando seu amigo Patrick também briga com os pais, os dois decidem se mudar para a floresta, junto de um garoto estranho que os segue, e viverem sozinhos, longe da presença de adultos. Logo, eles aprendem como cuidar da própria comida e como construir uma casa para os três.

Os Reis do Verão (2013, Jordan Vogt-Roberts) é um filme 'coming of age', um termo usado para filmes sobre amadurecimento, que falam da viragem na nossa vida que é fundamental para o que nós nos tornaremos. O filme simplista e trata de valores importantes na vida dos adolescentes e como é confuso lidar com tudo isso. Mesmo tratando de temas comuns, é bem conduzido e passa longe de ser um filme chato. A fotografia é fantástica e a trilha sonora também. A mistura de drama com comédia em momentos de aventura pode parecer clichê, mas foi fundamental para o desempenho positivo do filme, que é muito gostoso de assistir e cumpre exatamente o que promete. A história se desenvolve quando Joy (Nick Robinson) vê sua vida completamente bagunçada com morte de sua mãe, complicações na relação com seu pai e problemas amorosos. Com todas essas desavenças acontecendo em sua vida, ele resolve ir embora e leva mais dois garotos, Patrick (Gabriel Basso) - seu melhor amigo,também em crise com sua família - e Biaggio (Moises Arias) - um garoto engraçado, que garante boas risadas no decorrer do filme. É um filme leve, com uma mensagem linda. Vale realmente a pena assistir. 


SINOPSE: Um jovem casal, Dan (Ben Rosenfield) e Mel (Taissa Farmiga), se conhecem desde a infância e estão namorando há 6 anos. A princípio, eles parecem ter um amor ideal, mas a notícia de uma oportunidade de emprego para Dan pode abalar o romance e mudar o rumo das coisas dependendo da escolha que ele fizer. Talvez o futuro que eles tinham imaginados juntos não se torne mais uma realidade.

Seis Anos (2015, Hannah Fidell) é uma produção da Netflix e me surpreendeu muito. O filme é simples e muito bonito. Apesar da sinopse passar uma mensagem de que o filme é mais um romance adolescente sobre jovens e universidade, é um pouco mais que isso. A carga emocional que a história traz é gigantesca. O casal, centro da história, cresceu junto e estão a seis anos em um relacionamento que até então era estável e duradouro mas começa a tomar rumos catastróficos e destrutivos. O desenvolvimento foi sutil mas devastador para os dois. É fácil perceber que em momento algum eles estão cansados um do outro ou o relacionamento está desgastado, mas a influência externa - amigos, chefes, pais - acaba atingindo o relacionamento e leva toda a história de amor entre Mel (Taissa Farmiga) e Dan (Ben Rosenfield) para um ponto problemático. Os três minutos finais são surpreendentes e cheios de atitudes bem maduras para um casal de apenas 26 anos.  



SINOPSE: Três anos depois de seu divórcio, o romancista experiente Bill Borgens (interpretado pelo indicado ao Oscar Greg Kinnear) não consegue esquecer o passado e espiona sua ex-mulher, Erica (a atriz ganhadora do Oscar Jennifer Connelly), que trocou o marido por outro homem. Mesmo que sua vizinha e amiga colorida, Tricia (Kristen Bell) tente trazê-lo de volta à ativa, ele permanece cego aos encantos de qualquer um. Enquanto isso, sua filha independente Samantha (Lily Collins) está publicando seu primeiro romance e evitando seu primeiro amor com um romântico incurável (Logan Lerman); e seu filho adolescente, Rusty (Nat Wolff) está tentando encontrar sua voz, tanto como escritor de fantasia quanto como inesperado namorado de uma garota ideal que tem problemas perturbadores e reais. Cada uma dessas situações cresce e elas se transformam em um trio de crises românticas, o que leva os Borgens a surpreendentes revelações sobre como finais viram começos.

Derramei algumas lágrimas assistindo Ligados pelo amor (2012, Josh Boone). O filme gira em torno de uma só família que é claramente desestruturada. Os pais se separaram após uma traição e isso gerou uma revolta enorme por parte da filha do casal, que tenta evitar o amor e pretensões românticas. O filho do casal, por outro lado, é apaixonado por uma garota que o leva a conhecer as dificuldades de se relacionar com um dependente químico. Em torno da família giram outros dramas com o de Louis (Logan Lerman) que tem a mãe em estado terminal de câncer. Algumas cenas do filme ficam sem respostas ou incompletas e isso faz com que o roteiro peque em alguns pontos importantes. De maneira geral, é um filme que te faz pensar em como uma boa base familiar é importante no desenvolvimento da vida. 



SINOPSE: Leo é um adolescente cego que, como qualquer adolescente, está em busca de seu lugar. Desejando ser mais independente, precisa lidar com suas limitações e a superproteção de sua mãe. Para decepção de sua inseparável melhor amiga, Giovana, ele planeja libertar-se de seu cotidiano fazendo uma viagem de intercâmbio. Porém a chegada de Gabriel, um novo aluno na escola, desperta sentimentos até então desconhecidos em Leo, fazendo-o redescobrir sua maneira de ver o mundo novo para a vida dele.

Hoje eu quero voltar sozinho (2014, Daniel Ribeiro) é um filme importante. Ele trata de tabus como a sexualidade e limitações, trazendo um protagonista cego e homossexual. No Oscar de 2014 o filme foi selecionado para ser o representante brasileiro na disputa. Apesar de não ter sido escolhido para disputar a estatueta, saiu do Festival de Berlin com dois prêmios. Alvo de preconceitos na escola, Leo (Ghilherme Lobo) tem na figura da melhor amiga Giovana (Tess Amorim) um porto seguro. Eles se conhecem desde crianças e são inseparáveis. Mas quando Leo conhece Gabriel (Fabio Audi) as coisas mudam um pouco, a dupla passa a ser trio e, como era de esperar, um deles se sente excluído. O filme se desenvolve quando Giovana se afasta e isso aproxima Gabriel e Leo, que tentam entender seus sentimentos a partir daí. O filme é simples, com uma trilha sonora muito bonita, e consegue trazer a sutileza do afeto, sejam eles entre dois garotos, entre um amigo e sua amiga ou entre os pais e os filhos.



SINOPSE: Em um universo paralelo, Kimberly (Emmy Rossum) e Dell (Justin Long) tem um encontro ao acaso enquanto ambos estão assistindo a uma chuva de meteoros. Os dois começam a viajar no tempo, sendo arremessados para frente e para trás no tempo ao longo de seis anos da história de amor deles, mostrando uma relação apaixonada e complicada.

O amor como ele é, é exatamente assim que consigo descrever Comet (Eu Estava Justamente Pensando em Você, 2014, Sam Esmail). Kimberly e Dell se conhecem em uma fila pra assistir uma chuva de meteoros, ele não acredita no amor e ela estava acompanhada. O filme inteiro transita indo e voltando em diversos pontos da relação deles em 6 anos. A história viaja entre todos os rumos os quais um relacionamento pode ser levado e como o amor, sozinho, não basta. A fotografia do filme é incrível, as cores são extremamente importantes e a trilha sonora é linda! O filme é um enorme combinado de emoções e urgências. Pode parecer confuso como o filme decorre mas essa "viagem do tempo" é importante para retratar a importância entre o que é dito e o que é feito dentro de um relacionamento. Em alguns momentos fui remetida a filmes como 500 dias com ela, Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças e Antes Do Pôr do Sol.  


2 comentários:

  1. Já vi os três primeiros faz um tempo e são muito bons, vou assistir todos os 3 novamente e mais os dois ultimos

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    1. Espero que goste, depois me diz o que achou! :)

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