20 de maio de 2016

Crônica | Em meio ao caos nasce uma centelha.

Foto: Reprodução/ WeHeartIt
O mundo nos apunhala constantemente com pessoas e circunstâncias ruins, nos sufocando com problemas que achamos difíceis de serem solvidos. Mas, de repente, eis que surge ela: a saída, a luz no fim do túnel, a brisa suave da superfície que tanto nos aguarda, o calor amigo que nos afaga de forma gentil.
Esta é apenas uma das inúmeras maneiras se dar as boas vindas, e inclusive um bom remédio àquele que se sente frustrado: dizer que há sempre o caminho alternativo, que será melhor a você e a todos a sua volta. Não machucará ninguém, pelo contrário. Há de curar feridas, tristezas, mágoas, ressentimento e dor. É pleno, é bom.Parafraseando um velho conhecido e sábio, citando a mãe que lhe é cara: Não há dor que dure para sempre. Tudo é temporário, efêmero. Nunca somos, sempre estamos. Há de vir a bonança, os tempos áureos, a esperança passará de mera expectativa e se concretizará. E tudo ficará bem.


Devo confessar que este pequeno "motivacional" de minha autoria possui dois destinatários. É direcionado tanto ao leitor, quanto ao próprio autor. É certo que todos passamos por dificuldades, mas é sempre bom lembrar que da dificuldade floresce coisas boas. Na condição de seres humanos imperfeitos somos convidados a reconhecer que todos possuímos problemas, sem exceção. O "plus" vem a seguir, quando devemos também ter a convicção que tudo irá se renovar e que "dias melhores virão". Os mais céticos diriam que estou sendo positivo por demais, mas vale a reflexão: não seria esta a ordem natural das coisas? 

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